Sabe o que mais derruba vendedor bom? Não é a concorrência, nem o preço, nem o cliente difícil. É a preguiça de estudar vendas.
E eu falo isso com propriedade, porque hoje eu trabalho com educação comercial.
E dá pra sentir na pele: a maioria quer o resultado, mas não quer o caminho.
Quer pular a parte chata, mas cobrar o mesmo desempenho de quem treina todos os dias.
A maior parte dos vendedores quer atalho, não aprendizado.
Sim, eu sei. Só de ouvir a palavra estudar, metade dos vendedores já fecha o CRM e vai fazer “networking” no LinkedIn.
Mas segura esse dado aqui:

Olhe que isso aí tá falando de treinamento corporativo, hein. Se for olhar a quantidade de vendedores que buscam treinamento por sí mesmos, os números são terrrrrrrrríveis.
Ou seja: a maioria não estuda.
E quando estuda, não pratica. E quando não pratica, adivinha? Volta pro modo “Blah Blah Blah”:
“O cliente tá difícil…” “O lead não responde…” “O mercado tá fraco…”
A verdade é que a maioria quer resultado de elite com esforço de estagiário. Quer script pronto, resposta mágica e atalho. Mas não quer parar 30 minutos pra aprender o que realmente gera venda.
E o que acontece? O mercado muda. O cliente muda. O algoritmo muda. Mas o vendedor… continua preso em 2015, falando do mesmo jeito, com o mesmo pitch, esperando que o mundo volte a funcionar do jeito antigo.
Se você é um desses, não precisa fechar o artigo agora, mas segura firme, porque em 5 minutos de leitura você vai entender:
- Por que a maioria dos vendedores odeia estudar (e o que isso diz sobre o mercado);
- O custo real da ignorância comercial;
- E como virar o jogo sem precisar de “guru”, sem decoreba e sem promessas de palco.
A era do “me dá tudo pronto” e o fim da curiosidade comercial
O mercado de vendas vive uma epidemia silenciosa: todo mundo quer resultado rápido, mas quase ninguém quer aprender de verdade.

33%!!!!!!!!!
Isso revela algo sério: não é que falte conteúdo, falta gente disposta a estudar com profundidade. O resto quer só “receita de bolo”.
E o problema é cultural. A gente acostumou o vendedor a esperar o gestor dar tudo pronto: o script, o pitch, o modelo de mensagem, a cadência, até o que dizer quando o cliente respira errado.
O cara entra numa call, erra o timing, e em vez de revisar o que fez, ele corre pra pedir um “novo script milagroso”. Quer o resultado, mas não quer o processo. Quer o troféu, mas não quer o treino.
E isso cria um efeito dominó: vendedor superficial → atendimento genérico → cliente desconectado → funil travado.
A nova geração de vendas está mais conectada do que nunca, mas menos curiosa do que deveria. Assiste meia aula no YouTube, vê um carrossel no LinkedIn e acha que já domina o SPIN, o GPCT, o NEPQ e todas as siglas que aprendeu em 40 segundos…
Mas na hora da conversa real, quando o cliente diz “tô vendo com calma”, o vendedor desmonta. Falta base. Falta repertório. Falta estudo.
E sabe o que é pior? A maioria não percebe que o conhecimento é o ativo que mais valoriza. Ferramenta muda, CRM muda, produto muda. Mas o vendedor que entende gente, processo e método, nunca sai de moda.
Estudar vendas é o que separa amadores de profissionais
Todo vendedor de alta performance tem uma coisa em comum: aprende mais do que reclama.
E não é discurso motivacional. É realidade. O cara que estuda, observa, anota e revisa, esse sim cresce. Porque estudar não é ficar vendo aula no mudo enquanto responde WhatsApp. É entender o jogo por dentro.
Quem estuda:
- Entende o comportamento do cliente, sabe que por trás de todo “não” tem medo, dúvida ou falta de clareza.
- Cria repertório pra conversar com qualquer decisor, do dono de empresa ao analista técnico.
- Ajusta o discurso ao contexto, porque percebe o que o outro precisa ouvir, não o que ele quer empurrar.
Já quem não estuda…
- Copia o mesmo roteiro velho de 2017 e torce pra funcionar.
- Vive refém de “inspiração”: só vende quando o humor ajuda.
- E culpa o marketing, o lead, o preço, o gestor, qualquer um, menos o próprio comodismo.
O estudo não é luxo. É uma ferramenta de sobrevivência.
Sabe por quê? Porque o comprador de hoje já pesquisou tudo antes de você abrir a boca. Ele sabe o preço, o concorrente, o benefício e até os reviews negativos da sua empresa. Ou seja: ele chega na conversa mais preparado do que o vendedor.
Se você não estuda, ele percebe em 30 segundos. E aí não adianta carisma, nem discurso bonito, o cliente simplesmente não confia.
Enquanto isso, quem estuda domina a conversa com naturalidade. Faz pergunta certa, cria conexão, conduz o raciocínio e fecha. Sem truque, sem milagre.
O mercado não recompensa quem “tenta parecer bom”. Recompensa quem sabe o que está fazendo.

O que estudar em vendas (e como aplicar sem ser só teoria)
Estudar vendas não é decorar slide de PowerPoint nem sair repetindo nome de método como quem coleciona figurinhas. É entender o porquê das coisas e testar no campo.
Quer saber por onde começar?
Entenda o funil de vendas como um organismo vivo. Ele muda o tempo todo: um dia o gargalo tá no topo, no outro tá no fechamento. Saber onde está o problema é o que separa quem tem método de quem vive “no escuro”.
- Domine perguntas de descoberta. A venda nasce ali, quando você entende o que o cliente realmente precisa, não o que ele diz que quer. E é exatamente isso que o SPINMAX ensina: um método (meu método, especificamente pra vendedores) prático de perguntas, simulações e roteiros reais pra transformar conversa em oportunidade.
- Entenda o papel da qualificação. Não adianta saber gerar lead se você não sabe o que fazer quando ele responde.
O SDRMAX foi criado justamente pra isso: treinar quem está na linha de frente, SDRs, vendedores e pré-vendedores, pra dominar cadência, abordagem e qualificação inteligente de leads.
É o curso pra quem quer conduzir conversas reais e gerar oportunidade de verdade, não repetir frase de roteiro. - Estude objeções reais e aprenda a transformá-las em diálogo. Objeção não é o fim da conversa, é o começo dela. Quem treina aprende a conduzir; quem não treina, trava.
- Revise suas abordagens com base em dados, não em achismos. Grave, ouça, ajuste. O vendedor que analisa o próprio desempenho cresce 10x mais rápido que o que só “sente que foi bem”.
E aqui vai o resumo que ninguém gosta de ouvir: 30 minutos por dia de estudo te colocam anos-luz à frente de quem repete as mesmas frases há três anos.

Conclusão: estudar vendas é o que garante resultado de verdade
No fim do dia, o jogo é simples: quem estuda, cresce. Quem espera o gestor resolver, desaparece.
Você pode continuar reclamando que “o cliente sumiu”… ou pode aprender por que ele sumiu e o que fazer diferente da próxima vez.
O que a gente ensina no SDRMAX e no SPINMAX não é teoria de palco. É prática de campo. São programas criados por vendedores e pré-vendedores que vivem o jogo real, com simulações, scripts testados e acompanhamento direto pra você aplicar no dia seguinte.
Quer parar de pedir fórmula mágica e começar a vender com método? Conheça o SDRMAX, pra SDRs, e o SPINMAX, pra vendedores. Dois treinamentos diferentes, um mesmo propósito: Gerar resultados, mas sem Blah Blah Blah.
