Pronto pra prever seus resultados?

Por: Maucir Nascimento

19/12/2025

Sabe o que mais derruba vendedor bom? Não é a concorrência, nem o preço, nem o cliente difícil. É a preguiça de estudar vendas.

E eu falo isso com propriedade, porque hoje eu trabalho com educação comercial.

E dá pra sentir na pele: a maioria quer o resultado, mas não quer o caminho.

Quer pular a parte chata, mas cobrar o mesmo desempenho de quem treina todos os dias.

A maior parte dos vendedores quer atalho, não aprendizado.

Sim, eu sei. Só de ouvir a palavra estudar, metade dos vendedores já fecha o CRM e vai fazer “networking” no LinkedIn.

Mas segura esse dado aqui:

estudar vendas

Olhe que isso aí tá falando de treinamento corporativo, hein. Se for olhar a quantidade de vendedores que buscam treinamento por sí mesmos, os números são terrrrrrrrríveis.

Ou seja: a maioria não estuda.

E quando estuda, não pratica. E quando não pratica, adivinha? Volta pro modo “Blah Blah Blah”:

“O cliente tá difícil…” “O lead não responde…” “O mercado tá fraco…”

A verdade é que a maioria quer resultado de elite com esforço de estagiário. Quer script pronto, resposta mágica e atalho. Mas não quer parar 30 minutos pra aprender o que realmente gera venda.

E o que acontece? O mercado muda. O cliente muda. O algoritmo muda. Mas o vendedor… continua preso em 2015, falando do mesmo jeito, com o mesmo pitch, esperando que o mundo volte a funcionar do jeito antigo.

Se você é um desses, não precisa fechar o artigo agora, mas segura firme, porque em 5 minutos de leitura você vai entender:

  • Por que a maioria dos vendedores odeia estudar (e o que isso diz sobre o mercado);
  • O custo real da ignorância comercial;
  • E como virar o jogo sem precisar de “guru”, sem decoreba e sem promessas de palco.

A era do “me dá tudo pronto” e o fim da curiosidade comercial

O mercado de vendas vive uma epidemia silenciosa: todo mundo quer resultado rápido, mas quase ninguém quer aprender de verdade.

estudar vendas

33%!!!!!!!!!

Isso revela algo sério: não é que falte conteúdo, falta gente disposta a estudar com profundidade. O resto quer só “receita de bolo”.

E o problema é cultural. A gente acostumou o vendedor a esperar o gestor dar tudo pronto: o script, o pitch, o modelo de mensagem, a cadência, até o que dizer quando o cliente respira errado.

O cara entra numa call, erra o timing, e em vez de revisar o que fez, ele corre pra pedir um “novo script milagroso”. Quer o resultado, mas não quer o processo. Quer o troféu, mas não quer o treino.

E isso cria um efeito dominó: vendedor superficial → atendimento genérico → cliente desconectado → funil travado.

A nova geração de vendas está mais conectada do que nunca, mas menos curiosa do que deveria. Assiste meia aula no YouTube, vê um carrossel no LinkedIn e acha que já domina o SPIN, o GPCT, o NEPQ e todas as siglas que aprendeu em 40 segundos…

Mas na hora da conversa real, quando o cliente diz “tô vendo com calma”, o vendedor desmonta. Falta base. Falta repertório. Falta estudo.

E sabe o que é pior? A maioria não percebe que o conhecimento é o ativo que mais valoriza. Ferramenta muda, CRM muda, produto muda. Mas o vendedor que entende genteprocesso e método, nunca sai de moda.

Estudar vendas é o que separa amadores de profissionais

Todo vendedor de alta performance tem uma coisa em comum: aprende mais do que reclama.

E não é discurso motivacional. É realidade. O cara que estuda, observa, anota e revisa, esse sim cresce. Porque estudar não é ficar vendo aula no mudo enquanto responde WhatsApp. É entender o jogo por dentro.

Quem estuda: 

  • Entende o comportamento do cliente, sabe que por trás de todo “não” tem medo, dúvida ou falta de clareza. 
  • Cria repertório pra conversar com qualquer decisor, do dono de empresa ao analista técnico. 
  • Ajusta o discurso ao contexto, porque percebe o que o outro precisa ouvir, não o que ele quer empurrar.

Já quem não estuda… 

  • Copia o mesmo roteiro velho de 2017 e torce pra funcionar. 
  • Vive refém de “inspiração”: só vende quando o humor ajuda. 
  • E culpa o marketing, o lead, o preço, o gestor, qualquer um, menos o próprio comodismo.

O estudo não é luxo. É uma ferramenta de sobrevivência.

Sabe por quê? Porque o comprador de hoje já pesquisou tudo antes de você abrir a boca. Ele sabe o preço, o concorrente, o benefício e até os reviews negativos da sua empresa. Ou seja: ele chega na conversa mais preparado do que o vendedor.

Se você não estuda, ele percebe em 30 segundos. E aí não adianta carisma, nem discurso bonito, o cliente simplesmente não confia.

Enquanto isso, quem estuda domina a conversa com naturalidade. Faz pergunta certa, cria conexão, conduz o raciocínio e fecha. Sem truque, sem milagre.

O mercado não recompensa quem “tenta parecer bom”. Recompensa quem sabe o que está fazendo.

estudar vendas

O que estudar em vendas (e como aplicar sem ser só teoria)

Estudar vendas não é decorar slide de PowerPoint nem sair repetindo nome de método como quem coleciona figurinhas. É entender o porquê das coisas e testar no campo.

Quer saber por onde começar?

Entenda o funil de vendas como um organismo vivo. Ele muda o tempo todo: um dia o gargalo tá no topo, no outro tá no fechamento. Saber onde está o problema é o que separa quem tem método de quem vive “no escuro”.

  1. Domine perguntas de descoberta. A venda nasce ali, quando você entende o que o cliente realmente precisa, não o que ele diz que quer. E é exatamente isso que o SPINMAX ensina: um método (meu método, especificamente pra vendedores) prático de perguntas, simulações e roteiros reais pra transformar conversa em oportunidade.
  2. Entenda o papel da qualificação. Não adianta saber gerar lead se você não sabe o que fazer quando ele responde.
    O SDRMAX foi criado justamente pra isso: treinar quem está na linha de frente, SDRs, vendedores e pré-vendedores, pra dominar cadência, abordagem e qualificação inteligente de leads.
    É o curso pra quem quer conduzir conversas reais e gerar oportunidade de verdade, não repetir frase de roteiro.
  3. Estude objeções reais e aprenda a transformá-las em diálogo. Objeção não é o fim da conversa, é o começo dela. Quem treina aprende a conduzir; quem não treina, trava.
  4. Revise suas abordagens com base em dados, não em achismos. Grave, ouça, ajuste. O vendedor que analisa o próprio desempenho cresce 10x mais rápido que o que só “sente que foi bem”.

E aqui vai o resumo que ninguém gosta de ouvir: 30 minutos por dia de estudo te colocam anos-luz à frente de quem repete as mesmas frases há três anos.

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Conclusão: estudar vendas é o que garante resultado de verdade

No fim do dia, o jogo é simples: quem estuda, cresce.  Quem espera o gestor resolver, desaparece.

Você pode continuar reclamando que “o cliente sumiu”… ou pode aprender por que ele sumiu e o que fazer diferente da próxima vez.

O que a gente ensina no SDRMAX e no SPINMAX não é teoria de palco. É prática de campo. São programas criados por vendedores e pré-vendedores que vivem o jogo real, com simulações, scripts testados e acompanhamento direto pra você aplicar no dia seguinte.

Quer parar de pedir fórmula mágica e começar a vender com método? Conheça o SDRMAX, pra SDRs, e o SPINMAX, pra vendedores. Dois treinamentos diferentes, um mesmo propósito: Gerar resultados, mas sem Blah Blah Blah.

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